quinta-feira, 29 de junho de 2017

CURSOS COMEÇAM A MUDAR MATRIZ CURRICULAR PARA FORMAR ‘PROFESSOR CONECTADO’

professor-conectado-inoveduccenário educacional mudou. As crianças que hoje estão nas salas de aula são cada vez conectadas e cercadas por informações que, na maioria das vezes, chegam até elas por meio de um simples clique.
No entanto, a formação acadêmica tradicional continua moldando os professores para uma realidade já que não existe. E está cada vez mais distante das necessidades dos jovens do século 21.
Pensando em reinventar a formação dos professores, para que se adaptem às mudanças na educação brasileira, algumas instituições de ensino começam a investir em novas metodologias e repensam sua matriz curricular.
Mas como esperar professores inovadores se os modelos pedagógicos que formam os novos profissionais não garantem isso?
O questionamento pertinente foi feito pela coordenadora do curso de Pedagogia da Faculdade União das Américas (Uniamérica), Thuinie Daros.
“Acredito que ninguém desenvolve no outro aquilo que não é desenvolvido em si mesmo. Enquanto existir o modelo tradicional de ensino baseado unicamente no ensino do conteúdo do livro didático e exercícios de fixação, que ainda acontece em quase todas as classes do mundo, continuará a gerar alunos e professores desmotivados para o aprendizado”, disse.
Para Thuinie, os espaços onde os professores assumem a centralidade do processo e se apresentam como detentores de todo conhecimento acaba impossibilitando a participação mais ativa dos estudantes. E ainda ocasiona medo de errar, de arriscar, de participar.

Formação deve entregar ao mercado um profissional inovador

A urgência é de formar um pedagogo capaz de inovar, não só nas práticas pedagógicas, como também nos processos de gestão.
O curso de Pedagogia da Uniamérica adotou um trabalho pedagógico pautado nas metodologias ativas de aprendizagem. A metodologia recomenda estratégias pedagógicas pautadas no blended learning (ensino híbrido).
“Essa mudança coloca em evidência uma nova concepção de ensino e aprendizagem, que supera a visão do professor como mero transmissor do saber, mostrando que existem novas possibilidades de aprendizagem e que a escola pode deixar de ser a única instituição responsável pelo acesso ao conhecimento”, ressalta.
No decorrer do curso, contam com programas que compõe um cenário tecnológico no ambiente educativo. Realidade mistas (realidade aumentada e visualidade aumentada), realidade virtual, tecnologias mobile, plataformas adaptativas, games e entretenimento, Qrcodes.
Além disso, há a prática imersiva, que objetiva levar o pedagogo a compreender uma sequência didática produtiva. Propicia, também, perceber as possibilidades de atividades e recursos que podem ser utilizados na sala de aula por meio da empatia.
“Esses são os momentos organizados e planejados pelos professores no qual possibilita que os estudantes de licenciaturas vivenciem sequências didáticas como se fossem os alunos da educação básica.”

Matrizes curriculares precisam fugir do modelo convencional

Caminhando por esse mesmo modelo de ensino, a Unità Faculdades, em Campinas, também fugiu do modelo convencional. O resultado é uma matriz própria para seu curso de Pedagogia.
“Temos que ensinar sabedoria e aptidão, ou melhor ainda, sabedoria por meio da aptidão. A ideia então não seria apenas fazer a interação, mas sim ensinar pela prática”, disse Carolina Defilippi, coordenadora da pós-graduação de Inovação na Educação do Instituto Brasileiro de Formação de Educadores (IBFE), Centro de Educação da Unità.
Os jovens de hoje pensam de maneira diferente. Saltam de atividade em atividade, apreendendo o conteúdo de formas paralelas, não sequenciais.
“É impensável que um jovem da geração de ‘nativos digitais’ se concentre durante um longo período de tempo em aula expositiva com uma grande preleção. Eles querem fazer para aprender. Para esses alunos, nascidos na sociedade de informação, ser rápido é normal. As metodologias de aulas tradicionais não os motiva.”
Segundo Carolina, nos dias atuais há, predominantemente, uma aprendizagem passiva em sala com longas aulas expositivas. Enquanto isso, a parte ativa acontece em casa, quando não tem ninguém por perto para ajudar.
“Voltando à sala, não há revisão individual, pois a turma toda deve seguir junta. E o aprendizado vai ficando defasado e desmotivador.”

Professor conectado, metodologias ativas e alunos motivados

Carolina ainda ressaltou que o aluno até pode e deve fazer atividades passivas como leitura, ver vídeos e estudar conteúdos. Mas o importante é que as atividades em sala de aula sejam ativas.
Na Unità, o uso da metodologia ativa não significa necessariamente o uso da tecnologia. Para a coordenadora, o uso de metodologias ativas significa colocar o aluno como o principal agente responsável do seu aprendizado e fazer com que ele se comprometa com isso.
A especialista também afirmou que o feedback tem sido positivo por parte de professores e alunos.
“Os professores dizem que os alunos ficam mais motivados diante dessas novas metodologias capazes de responder às ansiedades dessa geração digital. Já os alunos dizem que as aulas ficam mais motivadoras, uma vez que eles não são apenas espectadores e podem participar das decisões durante as aulas, colocando a ‘mão na massa’ para aprender.
Fonte;http://inoveduc.com.br/noticias/cursos-comecam-a-mudar-matriz-curricular-para-formar-professor-conectado/

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Escola construtivista: entenda como funciona este método de ensino inovador

Ana Paula Cardoso 
A Revista da Mulher ouviu especialistas para saber qual é a proposta da escola construtivista e ajudar os pais na escolha do tipo de educação que querem dar aos filhos.

A arte de educar as crianças é uma das maiores preocupações dos pais e não faltam métodos de ensino não-convencionais. Um deles é a escola construtivista, surgida no século XX, a partir, principalmente, das experiências dos filósofos e pensadores da educação Jean Piaget e Lev Vygotsky.  

A premissa de uma escola construtivista é tratar o conhecimento como algo a ser construído na interação do aluno com o meio em que ele vive. O foco do aprendizado deixa de ser o conteúdo a ser ensinado e passa a ser quem aprende, no caso, o aluno.
Com duas filhas estudando em uma das escolas construtivistas mais conceituadas do Rio de Janeiro, a Olga Mitá, a professora e coordenadora pedagógica Danielle Cordeiro Figueiredo explica que na escola construtivista o professor tem o papel de mediador do conhecimento.
“O aprendizados é voltado para a reflexão crítica e auto avaliação. E se constrói através das experiências vividas entre professor, aluno e o objeto do estudo”, afirma a professora.

A escola construtivista na prática

Nas salas de aula, nada de mesas arrumadas simetricamente. As carteiras, em geral, são em círculos. Professores não ficam somente de frente para os alunos e muito menos no alto, em algum platô.  A professora circula, ou dá aula com os alunos em círculo, e observa como cada um assimila o conteúdo e chega ao aprendizado. 

Também há muitos trabalhos em dupla ou em trio. O aluno é permanentemente acompanhado e a avaliação, embora seja por notas, é entendida como um processo contínuo.

Na escola construtivista, avaliações por provas também existem, mas são sempre elaboradas pela própria professora da classe e têm um peso menor que no ensino tradicional. 

Deferente do que se acredita, o conteúdo aprendido na sala de aula é sempre proposto pelo professor, não fica a critério da criança. "Normalmente, numa escola construtivista não há um aluno aprendendo matemática, enquanto outro apende português. A sala de aula é um espaço com regras de funcionamento e de convivência. O super liberalismo pedagógico é um dos mitos em torno da educação construtivista", explica pedagoga Leila Amaral. 

Dificuldades do ensino construtivista

Os preceitos da escola construtivista podem esbarrar nas limitações do sistema educacional brasileiro. As diretrizes de que os alunos devam aprender um determinado conteúdo no período de um ano, e de que o aprendizado seja avaliado pelo sistema de notas, dificultam a abordagem da escola construtivista.
A solução pode ser a adaptação da teoria construtivista ao sistema de ensino convencional. É o que o Centro Brasileiro de Cursos (CEBRAC) procura fazer, diz o gestor de educação da instituição, Luciano Rudnik.
“O construtivismo serve de referência para a nossa proposta pedagógica, com o ensino centrado no aluno e em seu desenvolvimento. Mas nos centramos em outras abordagens também”, diz Rudnik.

Pais preparados para a escola construtivista

Muitos pais têm vontade de dar aos filhos uma edução mais abrangente e integrativa, mas no fundo almejam apenas que os filhos saiam da escola com o resultado numérico (de notas) padrão e sejam adultos absorvidos depois pelo mercado de trabalho. Embora alunos de escola construtivistas também tenham toda a base e condições de alcançarem objetivos semelhantes aos alunos de formação mais conservadora, o processo será completamente diferente. 

Por isso é preciso ter atenção ao escolher a escola dos filhos. Pesquisa, visitas às escolas e conversas com pais de alunos que já estudam ou estudaram em escolas menos tradicionais são fundamentais.
“Esses pais não se adaptariam ao sistema educacional inovador e não teriam seus anseios atendidos pela escola construtivista. Na teoria é lindo, mas há pais que não se sentem seguros com esta abordagem de ensino”, afirma o gestor de educação do CEBRAC.

Para quem é a escola construtivista?

A escola construtivista atende bem aos pais que acreditam que o filho não seja apenas mais um, esquecido no meio de um processo padronizado e nivelado pela maioria. E deve-se, acima de tudo, realmente conhecer e acreditar na proposta da escola construtivista e não procurá-la por modismo.
“Uma escola construtivista prepara para a vida. O aluno se torna sujeito crítico, questionador. E os pais devem se  perguntar se estão preparados para isso: para dialogar, para escutar. Não adianta colocar o filho em uma escola com essa proposta e em casa a família ter uma abordagem tradicional”, orienta a professora e pedagoga Danielle Cordeiro Figueiredo.

sábado, 17 de junho de 2017

Como fazer seus filhos mais inteligentes: 10 passos apoiados pela ciência

Jovem escreve equações matemáticas no quadro-negro

04 de março de 2014


Eu explorei a ciência por trás do que faz as crianças mais felizes , que tipo de parentalidade funciona melhor e o que faz famílias alegres .
Mas o que faz as crianças - desde bebês até a adolescência - mais inteligentes?
Aqui estão 10 coisas que a ciência pode ajudar:

1) Lições de música

Simples e simples: pesquisas mostram lições de música tornam as crianças mais inteligentes :
Em comparação com crianças nos grupos de controle, crianças nos grupos de música apresentaram maiores aumentos no QI em escala total . O efeito foi relativamente pequeno, mas generalizado em subtestes de QI, índices de índice e uma medida padronizada de desempenho acadêmico.
Na verdade, o treinamento musical ajuda todos , jovens e velhos :
Um crescente corpo de pesquisas descobre que o treinamento musical oferece aos estudantes aprendendo vantagens na sala de aula. Agora, um estudo da Universidade Northwestern descobre que o treinamento musical também pode beneficiar a avó, compensando alguns dos efeitos deletérios do envelhecimento.
(2) O idiota mudo é um mito
Jactos idiotas são burros porque passam mais tempo no campo do que na biblioteca. Mas e se você se certificar de que seu filho dedica tempo a ambos?
Estar em boa forma aumenta a sua capacidade de aprender . Após o exercício, as pessoas pegam novas palavras de vocabulário 20% mais rápidas.
De fato, em um estudo de 2007 sobre humanos, pesquisadores alemães descobriram que as pessoas aprendem palavras de vocabulário 20% mais rápidas após o exercício do que antes do exercício e que a taxa de aprendizagem correlacionou-se diretamente com os níveis de BDNF.
Um regime de exercícios de 3 meses aumentou o fluxo de sangue para a parte do cérebro focada na memória e aprendendo em 30%.
Em seu estudo, Small colocou um grupo de voluntários em um regime de exercícios de três meses e depois tirou fotos de seus cérebros ... O que ele viu foi que o volume capilar na área de memória do hipocampo aumentou 30%, uma mudança verdadeiramente notável.
(Mais sobre como o exercício pode tornar você e seus filhos mais inteligentes e felizes aqui .)

3) Não leia para seus filhos, leia com eles

Tem um pequeno que está aprendendo a ler? Não deixe que eles apenas olhem as fotos em um livro enquanto você faz toda a leitura. Ligue a atenção para as palavras. Leia com eles, não para eles. A pesquisa mostraque ajuda a construir suas habilidades de leitura:
... quando a leitura de livros compartilhados é enriquecida com atenção explícita ao desenvolvimento de habilidades e estratégias de leitura infantil, a leitura de livros compartilhados é um veículo efetivo para promover a capacidade de alfabetização precoce, mesmo de crianças desfavorecidas.
(Mais sobre coisas que a maioria dos pais faz mal aqui .)

4) A privação do sono torna as crianças estúpidas

Faltando uma hora de sono transforma o cérebro de um sexto grader em um segundo grau.
Via NurtureShock :
"A perda de uma hora de sono é equivalente à [perda de] dois anos de maturação cognitiva e desenvolvimento", explicou Sadeh.
Existe uma correlação entre notas e quantidade média de sono.
Via NurtureShock :
Os adolescentes que receberam A's com média de cerca de quinze minutos mais de sono do que os estudantes B, que por sua vez ganharam mais quinze minutos do que os C, e assim por diante. Os dados de Wahlstrom foram uma replicação quase perfeita de resultados de um estudo anterior de mais de 3.000 alunos do ensino médio de Rhode Island por Carskadon de Brown. Certamente, estas são médias, mas a consistência dos dois estudos se destaca. A cada quinze minutos conta.
(Mais sobre como dormir melhor aqui .)

5) O QI não vale muito sem autodisciplina

A autodisciplina bate o QI ao prever quem terá sucesso na vida.
Dezenas de estudos mostram que a força de vontade é o hábito fundamental mais importante para o sucesso individual ... Os alunos que exerceram altos níveis de força de vontade eram mais propensos a ganhar notas mais altas em suas aulas e a serem admitidos em escolas mais seletivas. Eles tiveram menos ausências e passaram menos tempo assistindo televisão e mais horas na lição de casa. "Os adolescentes altamente auto-disciplinados superaram seus pares mais impulsivos em todas as variáveis ​​de desempenho acadêmico", escreveram os pesquisadores. "A auto disciplina previu o desempenho acadêmico mais robusto do que o QI. A autodisciplina também previu quais alunos iriam melhorar suas notas ao longo do ano letivo, enquanto o QI não. A autodisciplina tem um efeito maior no desempenho acadêmico do que o talento intelectual ".
Os graus têm mais a ver com conscienciosidade do que inteligentes crus.
... a conscientização era a característica que melhor previu o sucesso no local de trabalho. O que intriga Roberts sobre conscienciosidade é que prevê tantos resultados que vão muito além do local de trabalho. As pessoas com grande consciência recebem melhores notas na escola e na faculdade; Eles cometeram menos crimes; E eles permanecem casados ​​por mais tempo. Eles vivem mais tempo - e não apenas porque fumam e bebem menos. Eles têm menos acidentes vasculares cerebrais, menor pressão sanguínea e menor incidência de doença de Alzheimer.
Quem faz o melhor na vida? Crianças com areia .
O melhor preditor de sucesso, descobriram os pesquisadores, foi a avaliação prospectiva dos cadetes em um traço não cognitivo e não-físico conhecido como "grão", definido como "perseverança e paixão por objetivos de longo prazo".
(Mais sobre como melhorar a autodisciplina aqui .)

6) Aprender é um processo ativo

Baby Einstein e jogos de treinamento cerebral não funcionam 
Na verdade, há razões para acreditar que eles fazem as crianças mais burlas .

Os produtos não funcionaram de forma alguma. Eles não tiveram nenhum efeito positivo nos vocabulários do público-alvo, crianças de 17 a 24 meses. Alguns sofreram danos reais. Para cada hora por dia, as crianças passavam assistindo determinados DVDs e vídeos do bebê, os bebês entendiam uma média de seis a oito palavras menos do que crianças que não as observavam.
A aprendizagem real não é passiva, é ativa.
O que Dan Coyle , autor do The Talent Code, recomenda? Pare apenas de ler e testar-se :
Nossos cérebros evoluíram para aprender fazendo coisas, não ouvindo sobre elas. Esta é uma das razões pelas quais, para muitas habilidades, é muito melhor gastar cerca de dois terços do seu tempo testando-se nisso ao invés de absorvê-lo. Há uma regra de dois terços. Se quiser, digamos, memorizar uma passagem, é melhor gastar 30% do tempo em ler, e os outros 70% do seu tempo testando-se nesse conhecimento.
(Mais sobre como ensinar seu filho a ser um trabalhador na escola aqui .)

7) O deleite pode ser uma coisa boa - no momento certo

Em geral, seria melhor se as crianças comessem saudáveis ​​o tempo todo. Pesquisas mostram comer faz diferença nas notas das crianças :
Todo mundo sabe que você deve tomar café da manhã o dia de um grande teste. Os alimentos com alto teor de carboidratos, de alta fibra e de digestão lenta como a aveia são os melhores, mostram pesquisas. Mas o que você come uma semana de antecedência também é importante. Quando 16 alunos da faculdade foram testados com atenção e velocidade de pensamento, então alimentaram uma dieta de cinco dias com alto teor de gordura e baixo teor de carboidratos pesados ​​em carne, ovos, queijo e creme e testados novamente, o desempenho declinou.
Sempre há exceções. Nenhum filho come saudável o tempo todo. Mas a ironia é que as crianças muitas vezes recebem alimentos "ruins" na hora errada. A pesquisa mostra que a cafeína eo açúcar podem ser impulsionadores do cérebro:
A cafeína ea glicose podem ter efeitos benéficos sobre o desempenho cognitivo ... Uma vez que essas áreas foram relacionadas à atenção sustentada e aos processos de memória de trabalho, os resultados sugerem que a cafeína combinada e a glicemia podem aumentar a eficiência do sistema atencional.
Eles também são potentes recompensas que os filhos adoram.
Então, se as crianças vão ocasionalmente comer doces e refrigerantes, talvez seja melhor dar a eles enquanto eles estudam quando estão relaxando.
(Mais sobre o melhor caminho para as crianças estudarem aqui .)

8) Crianças felizes = crianças bem-sucedidas

As crianças mais felizes são mais propensas a se transformar em adultos bem-sucedidos e realizados.
... a felicidade é uma tremenda vantagem em um mundo que enfatiza a performance. Em média, as pessoas felizes são mais bem sucedidas do que pessoas infelizes tanto no trabalho como no amor. Eles obtêm melhores avaliações de desempenho, têm empregos mais prestigiados e ganham salários mais altos. Eles são mais propensos a se casar e, uma vez casados, estão mais satisfeitos com seu casamento.
E qual o primeiro passo para criar crianças mais felizes? Sendo um pai feliz .
(Mais sobre como criar crianças felizes aqui .)

9) Assuntos dos grupos de pares

Sua genética e a genética do seu parceiro têm um enorme efeito sobre seus filhos. Mas a maneira como vocês criam seus filhos? 
Não tanto quanto.

Em coisas como medidas de habilidade intelectual e certos aspectos da personalidade, as crianças biológicas são bastante semelhantes aos seus pais. Para as crianças adotadas, no entanto, os resultados são estranhos. Suas pontuações não têm nada em comum com seus pais adotivos: essas crianças não são mais semelhantes em sua personalidade ou habilidades intelectuais para as pessoas que os criaram, alimentaram-os, vestiram-nos, lê-los, ensinou-os e os amaram por dezesseis anos Do que são para dois adultos, levados aleatoriamente para fora da rua.
Então, o que tem um enorme efeito sobre o comportamento de seus filhos? Seu grupo de pares .
Normalmente, geralmente falamos sobre a pressão dos pares quando é um negativo, mas, muitas vezes, não é positivo , é positivo .
Viver em um bairro agradável, ir a escolas sólidas e garantir que seus filhos saem com crianças boas possam fazer uma grande diferença.
Qual é a maneira mais fácil para um estudante universitário melhorar seu GPA? Escolha um colega de apartamento inteligente.
Um estudo dos estudantes do Colégio Dartmouth pelo economista Bruce Sacerdote ilustra o quão poderosa é essa influência. Ele descobriu que, quando estudantes com baixas médias de pontos de avaliação simplesmente começaram a hospedar-se com alunos de maior pontuação, suas médias de ponto de classificação aumentaram. Esses estudantes, de acordo com os pesquisadores, "parecem infectar-se com bons e maus hábitos de estudo - de tal forma que um colega de quarto com uma média de alto grau-nível arrasta para cima o GPA de seu colega de quarto de baixa pontuação".
(Mais sobre o modo como os outros afetam seu comportamento sem que você perceba isso aqui .)

10) acreditar neles

Acreditar que seu filho é mais esperto do que a média faz a diferença.
Quando os professores disseram que certas crianças eram mais afiadas, essas crianças melhoraram - mesmo que as crianças fossem selecionadas aleatoriamente.
... Rosenthal e Lenore Jacobson (1968) fizeram o mesmo estudo em uma sala de aula, dizendo aos professores do ensino fundamental que eles tinham certos alunos em sua classe que eram "spurters acadêmicos". Na verdade, esses alunos foram selecionados aleatoriamente. Absolutamente nada mais foi feito pelos pesquisadores para destacar essas crianças. No entanto, no final do ano letivo, 30 por cento das crianças nomeadas arbitrariamente como brocas ganharam uma média de 22 pontos de QI, e quase todos ganharam pelo menos 10 pontos de QI.

Fonte: Revista TIME
 http://time.com/12086/how-to-make-your-kids-smarter-10-steps-backed-by-science/?xid=time_socialflow_twitter&utm_campaign=time&utm_source=twitter.com&utm_medium=social

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